.:GESE:.

Adicionado 13/07/2012

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

PROJETO : BÍBLIAS NOS PRESÍDIOS , NÓS LEVAMOS !!










A cruel realidade do sistema prisional brasileiro , 600.000 pessoas amontoadas dentro dos presídios do Brasil , 600.000 almas , a maior parte delas no caminho da perdição .
É muito difícil ter uma família que não teve ou tenha algum ser querido em uma unidade penal,
as perspectiva do ponto de vista humano é que eles são irrecuperáveis , o sistema em si não recupera ninguém , pelo contrário , grande parte dos presídios são verdadeiras universidades do crime.
A tragédia da reincidência e gritante , o aumento ou diminuição das penas em nada tem contribuído para deter o acelerado crescimento da população carcerária no país , ai surge a indagação da sociedade : o que fazer quando toda a capacidade humana manifestar o seu limite adiante da gravidade da situação ???  Nos lembramos do que deveria ser a prioridade no tratamento do falido sistema arcaico prisional da nossa nação ... DEUS . A Bíblia sagrada diz em Lucas 19/10 : Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido , não importa o grau de confiança que a família tenha na real recuperação do seu familiar Deus mediante sua palavra abre o caminho para que brilhe uma luz de esperança .
Jesus Cristo nos ensina que a Bíblia Sagrada é a melhor ferramenta a ser usada para a recuperação dos presidiário , e mais do que comprovado que os presídios que dão liberdade para que os internos recebam assistência religiosa, são aqueles que tem menor grau de reincidência .
Com a experiência de 18 anos no evangelismo prisional paranaense , Pastor Hugo Chavez reconhece que só mediante a palavra de Deus os internos podem mudar o rumo de sua vida , de fracasso para uma vida vitoriosa . O Projeto " BÍBLIAS NOS PRESÍDIOS , NOS LEVAMOS" foi uma revelação de Deus que o pastor Hugo não deixou passar por alto , no mês de agosto deste ano de 2016 , se deu inicio nas 13 unidades que o pastor evangeliza, a entrega de exemplares da "Bíblia sagrada" .
Neste primeiro mês a quantidade entregue foi muito pequena , aproximadamente 100 Bíblias foram levadas para os internos , elas foram poucas desde o ponto de vista da população carcerária destas unidades evangelizadas pelo Pastor Hugo , elas juntas tem mais de 10.000 internos .
Nossa meta ,diz o Pastor Hugo , é levar pelo menos 500 bíblias todo mês para as unidades penal de Curitiba e região metropolitana , até um dia alcançar a cifra de 1.000 exemplares mês .
Com muito amor e sacrifício porém com poucos recursos o pastor apela para os cristãos do Brasil no sentido da "doação das Bíblias ", vamos somar força diz , eu tenho autorização para entrar nas unidades , me faltam os recursos , ajudem estas almas famintas as serem saciadas pela palavra de Deus .
Não se diminui a criminalidade com maus tratos ou brutalidade , o poder da palavra de Deus sim contribui positivamente para esta redução.
 Contribuições ou doações para o Projeto "BÍBLIAS NOS PRESÍDIO , NÓS LEVAMOS" podem ser depositadas na conta : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL  Agencia 3379 Operação 001 Conta corrente 22433-0      Pastor Hugo Chavez












Pastor Hugo Chavez entregando bíblias do projeto "BÍBLIAS NOS PRESÍDIOS , NÓS LEVAMOS"
Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 2 Coríntios 9:7 ...


quarta-feira, 20 de julho de 2016

PRESIDIÁRIOS DO CENTRO PENAL GAMELEIRA EM MATO GROSSO DO SUL TRABALHAM NA REFORMA DE ESCOLAS .


Uma ideia inusitada está chamando atenção em Campo Grande (MS). Presos do regime semiaberto, que têm direito a trabalhar fora da prisão durante o dia e voltar para a cadeia à noite para dormir, foram colocados para trabalhar duro e reformar o presídio e escolas da capital. O projeto já conseguiu economizar R$ 2 milhões aos cofres públicos matogrossenses.
Os presos do semiaberto do Centro Penal da Gameleira iniciaram na semana passada a reforma da Escola Estadual José Ferreira Barbosa, no bairro Vila Bordon, e em 45 dias a obra deverá ser entregue. Com esta ação, a economia de Mato Grosso do Sul ultrapassa R$ 2 milhões, considerando que uma obra desta proporção, segundo o governo, não sairia por menos de R$ 400 mil e com o programa custará apenas R$ 19,8 mil, pagos aos 15 reeducandos que executarão os serviços.
Na Escola Estadual José Ferreira Barbosa a economia foi de R$ 380 mil na reforma. No colégio Padre José Scampinl a redução foi de R$ 617 mil. Na Flavina Maria da Silva gerou economia de R$ 382 mil aos cofres públicos. Mais R$ 473 mil de redução na Padre Mário Blandino, R$ 290 mil na Brasilina Ferraz Manteiro e mais economia de R$ 200 mil na escola Delmira Ramos dos Santos.
A ideia partiu do juiz titular da 2ª Vara de Execução Penal de Campo Grande, Albino Coimbra Neto. Pelo programa, os materiais de construção são comprados com um fundo arrecadado pelo desconto de 10% do salário de cada preso da capital que trabalha por convênios com o poder público e iniciativa privada, e a mão de obra utilizada é dos presos também, por isso gera economia."A vara vem trabalhando há alguns anos para colocar em prática. A gente conseguiu fazer o regime semiaberto funcionar aqui. No resto do Brasil é uma piada. Na maioria dos casos os presos cumprem o regime como se fosse uma liberdade condicional, fica em casa à noite, junta as cartas de emprego e entrega", comentou o juiz ao Diário do Poder.

São cerca de 1000 presos do semiaberto em Campo Grande e todos trabalham. Um agente penitenciário acompanha as obras por entender do assunto. "Esses presos que pagam as reformas. Cada um recebe o salário mínimo e partir disso a Lei de Execuções Penais estabelece que o preso deve pagar pela sua despesa de manutenção. Com base nisso, eu baixei uma portaria em que o preso pague 10% da remuneração para manutenção do presídio". Deu certo.
A ideia inicial foi reformar a escola. Segundo o magistrado, algumas unidades estavam há 30 anos sem reparos. "Agora, eles (presos) se sentem numa posição diferente, antes de marginalização, ficam como 'salvadores da pátria', arrumando escolas que há décadas não viam uma pintura. Alguns diretores e professores demonstram gratidão a eles", explica.
O projeto segue como exemplo. "Quero mostrar que é possível fazer em outros locais. Só precisa de ajustes e fazer funcionar. Não imaginava que daria tão certo. Estou muito satisfeito", declarou Coimbra.
Na semana que vem os presos vão para delegacia, mas dessa vez para reformá-la. A expectativa do TJMS é fazer uma escola a cada período, ou seja, duas ao ano.

Lembrai-vos dos presos ....  Mateus 25/36

terça-feira, 21 de junho de 2016

SEJA UM INVESTIDOR DE MUITO SUCESSO !!


Índices preocupantes de reincidência de detentos, bem como a dificuldade em obter dinheiro público para financiar programas de prevenção de crimes, têm levado Estados Unidos e Grã-Bretanha a testar um modelo financeiro na tentativa de evitar que ex-presidiários voltem para a prisão.
No interior da Inglaterra e no Estado americano de Nova York estão sendo implementados programas-piloto usando financiamento privado, obtido por meio da emissão de Títulos de Impacto Social (TIS, social impact bonds em inglês), também chamados de títulos sociais.
A ideia é aplicar a lógica do mercado financeiro a iniciativas de impacto social: investidores privados compram os títulos do governo destinados a cada projeto, gerando dinheiro para financiar ações de prevenção à reincidência - que por sua vez são implementadas por organizações a serviço do Estado.
Depois que as ações estiverem em prática, um terceiro agente, independente, avalia seus resultados. Caso elas tenham sido bem-sucedidas, o Estado paga um prêmio em dinheiro aos investidores privados, recompensando seu investimento inicial.
Caso as iniciativas não tenham êxito, os investidores perdem dinheiro – assim como ganhariam ou perderiam na Bolsa de Valores dependendo dos lucros ou prejuízos das empresas das quais têm ações.

'Quebrar ciclo de reincidência'

A vantagem para o Estado é que ele desembolsa dinheiro apenas se as iniciativas forem bem-sucedidas – no caso, se for notada uma redução na reincidência de crimes pelos ex-detentos que participam dos projetos.
A iniciativa mais recente foi lançada pelo Estado de Nova York em dezembro, quando o Bank of America Merrill Lynch anunciou a captação de US$ 13,5 milhões (cerca de R$ 31 milhões) para financiar um programa de cinco anos e meio destinado a ajudar 2 mil ex-detentos a conseguir emprego.
A meta, segundo o banco, é "quebrar o ciclo de reincidência entre esse grupo, reduzir os custos de aprendizados e poupar o dinheiro do contribuinte relacionado a gastos judiciais e perdas da vítima do crime".
O banco lembra que os investidores correm o risco de perder todo o aporte investido caso o programa fracasse, mas agrega que há uma "forte tendência entre nossos clientes de buscar investimentos que não apenas tragam lucros, mas também ajudem a trazer mudanças sociais"

Comparar resultados

O projeto nova-iorquino foi idealizado pela organização britânica Social Finance, que também coordena iniciativa semelhante em curso desde 2010 no presídio de Peterborough, no interior da Inglaterra.
"Tínhamos organizações capazes de fazer um bom trabalho (contra a reincidência de presidiários), mas dificuldade em financiá-las. Daí a ideia de testar o modelo de títulos sociais e comparar os resultados da iniciativa com o restante da Inglaterra", diz à BBC Brasil Alisa Helbitz, diretora de pesquisas e comunicação da Social Finance.
O projeto britânico conta com cerca de 5 milhões de líbras (R$ 19 milhões) obtidos com 17 investidores, entre organizações e fundações – que, segundo Helbitz, se interessaram pela ideia de investir em uma ação social e, ao mesmo tempo, possivelmente receber algum retorno financeiro.
O projeto de Peterborough envolve mil detentos sentenciados a um ano ou menos de prisão. Eles recebem a orientação de mentores ao serem libertados, para ajudá-los a conseguir emprego, moradia e (caso necessário) grupos de apoio contra drogas.
Segundo relatório de 2010 da própria Social Finance, a cada libra (R$ 3,90) investida em programas para prevenir a reincidência em crimes, o governo britânico chega a economizar 10 líbras (R$ 39) em custos sociais.
Resultados preliminares divulgados em outubro sugerem uma queda inicial de 12% na frequência de condenações entre ex-detentos de Peterborough, na contramão de um aumento de 11% na reincidência na Grã-Bretanha.
Se os resultados se confirmarem na avaliação oficial - prevista para os próximos meses – e a reincidência cair em ao menos 10% no presídio, os investidores começarão a receber dividendos, pagos pelo governo.
"Ainda não sabemos se isso acontecerá, mas os resultados até agora são otimistas", afirma Helbitz. "O objetivo é gerar interesse (em torno do projeto) para construir mais programas sociais que sejam flexíveis e foquem a prevenção a longo prazo."
Um terceiro projeto também em andamento existe desde 2012 na cidade de Nova York, onde quase 50% dos adolescentes que deixam a prisão voltam a ser detidos em menos de um ano.
"Ainda não sabemos se (o projeto dará lucros), mas os resultados até agora são otimistas. O objetivo é gerar interesse para construir mais programas sociais que sejam flexíveis e foquem a prevenção a longo prazo"
Alisa Helbitz, da Social Finance
O programa foca nos detentos de 16 a 18 anos de idade do presídio de Rikers Island e, segundo a prefeitura, prevê "educação, treinamento, e aconselhamento para melhorar habilidades pessoais, incluindo a tomada de decisões e a resolução de problemas".
O projeto, cujos resultados ainda não foram avaliados, foi financiado pelo banco Goldman Sachs, que só terá lucros se a reincidência cair mais de 10%. "Quanto maior o sucesso do programa – ou seja, quanto maior a redução na reincidência -, maiores serão a economia da cidade (com custos sociais) e, portanto, os pagamentos (pelos títulos)", declarou na época a prefeitura de Nova York.

Aplicável no Brasil?


Programas do tipo poderiam funcionar no Brasil? Aqui, dados do Conselho Nacional de Justiça sugerem que cerca de sete entre cada dez ex-detentos voltam a cometer crimes.
Já há esforços de organizações como o Banco Interamericano de Desenvolvimento em implementar Títulos de Impacto Social em outras áreas no Brasil, para financiar projetos de educação.
Na área de segurança pública, a ideia parece "interessante", mas só seria viável em pouquíssimos nichos do deficiente sistema carcerário brasileiro, opina à BBC Brasil Rodrigo Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo, especialista em Análise Social da Violência e Segurança Pública do Fórum Brasileiro de Segurança.
"A situação dos presídios brasileiros é tão emergencial e a superlotação tão crônica que seria preciso antes superar um patamar mínimo de falta de garantias absolutas no sistema", opina.
"Além disso, não temos tradição de engajamento da sociedade civil (nessa área). Muitos não querem associar a marca de suas empresas a projetos com a população carcerária; muitas pessoas aceitam a situação caótica dos presídios porque acham que os presos merecem; e o Estado (não se envolve) porque isso não dá voto."

 PASTOR HUGO CHAVEZ TRABALHA NA RECUPERAÇÃO DE PRESIDIÁRIOS NO ESTADO DO PARANÁ MEDIANTE A PALAVRA DE DEUS E AÇÃO SOCIAL .













 Ajude contribuindo para que o pastor Hugo continue com este trabalho tão importante !!

"IDE" POR TODO O MUNDO PREGANDO A PALAVRA DE DEUS A TODA CRIATURA ...MC 16/15






.

domingo, 12 de junho de 2016

PRESÍDIO DE PERNAMBUCO , "MINHA CELA , MINHA VIDA "

Presos da maior penitenciária do Brasil em Pernambuco construíram uma favela dentro dos pátios com setores conhecidos como "Minha cela, minha vida" ─ nome inspirado no programa federal Minha Casa, Minha Vida ─, espécie de "área VIP" destinada aos detentos próximos do comando do narcotráfico local e, por isso, conseguem pagar pelo "aluguel".
Este foi o cenário que dois juízes e outros dois advogados da Corte Interamericana de Direitos Humanos testemunharam na última semana em visita ao Complexo do Curado, que abriga mais de 7 mil presos, embora tenha capacidade para no máximo 1,8 mil.
Localizado a 7 km do centro do Recife, o presídio é o maior do Brasil e um dos maiores da América Latina quando o assunto é população carcerária.
Com um número insuficiente de agentes penitenciários ─ cerca de 300 ─ para dar conta das três unidades prisionais que compõem o complexo, o Curado coleciona denúncias de violação extrema de direitos humanos e, segundo especialistas, põe em risco a vida de cerca de 100 mil pessoas que vivem nas imediações.
Para conseguir uma vaga na "área VIP", o detento precisa pagar cerca de R$ 120 por semana. O espaço consiste em favelas construídas dentro dos pátios das três unidades prisionais.
"Você conhece um 'chaveiro' que te indica à direção (do presídio) para ser transferido, e aí você negocia o aluguel com ele", diz relato descrito pelo pesquisador da ONG Justiça Global, Guilherme Pontes, que acompanhou a visita dos juízes da Corte, em 8 de junho.

Milícia dos chaveiros

"Chaveiros" é o termo que designa os próprios presos responsáveis pela administração do presídio para desempenhar funções de agentes de segurança, em razão da escassez de carcereiros.
Em sua maioria, são acusados de pertencer a grupos de extermínios, formam coletivos conhecidos como "milícia dos chaveiros" e ganham status de autoridade para supervisionar e controlar pavilhões inteiros.
Eles, literalmente, têm a chave da cadeia, determinando quem pode ou não negociar drogas, e aplicam castigos e torturas, além de cobrarem taxas de manutenção ou "pedágio", segundo os relatos obtidos na visita da Corte.
"Os chaveiros são figuras bem explícitas mesmo. São as pessoas responsáveis por manter a disciplina em cada pavilhão", afirma Pontes.
O representante da Justiça Global narrou à BBC Brasil como foi a visita de membros da Corte e trechos de conversa que teve com detentos que vivem no "Minha cela, minha vida" em uma das unidades.
"O Curado é um presídio muito particular, as situações são extremas ali. A parte apelidada de 'Minha cela, minha vida' seria a área VIP. São barracos de celas autoconstruídos de madeira e alvenaria, uma espécie de favelinha dentro do complexo prisional com becos, barracos de dois andares. Estar lá foi, de fato, impressionante, muito inusitado", destaca.
Pontes diz que os integrantes da Corte reagiram com surpresa à situação. Em um dos espaços vivem cerca de 200 presos que compartilham apenas três banheiros. Os barracos são coletivos, às vezes com cinco presos dividindo dois colchões.
"Os becos do 'Minha cela, minha vida' são a céu aberto. Diante da superlotação do presídio, aqueles que não conseguem financiar um lugar tido como privilegiado são mandados para dormir na 'BR', que é a forma como se referem aos corredores dos pavilhões fechados", diz Pontes.
Há pavilhões em que presos cavam buracos na parede, as "tocas", para servir de cama. Há também celas menores de 4 metros quadrados que, para acomodar grupos de dez pessoas, constroem mezaninos de madeira.
Além disso, a quantidade de armas que circula dentro dos pavilhões é alarmante, diz o promotor. Só neste ano, mais de mil facões foram recolhidos. Hoje, estima-se que os presos tenham 30 armas de fogo ─ entre pistolas e revólveres.
Há relatos de que moradores dos bairros nas imediações foram mortos por disparos feitos de dentro do Curado. Em caso registrado há cerca de duas semanas, bombas lançadas no presídio destruíram 30 casas a 40 metros de distância, deixando feridos.
Desde 2008, o Estado brasileiro é denunciado por problemas como superlotação carcerária. Em setembro de 2015, a Corte Interamericana julgou o governo de Pernambuco por denúncias de superlotação e maus tratos.
Em outubro passado, a Corte ordenou ao país a adoção de medidas como a eliminação do tráfico de armas no presídio e das figuras dos "chaveiros", o fim da superlotação, acabar com as inspeções vaginais e anais nos visitantes, assegurar acesso aos serviços de saúde, evitar propagação de doenças contagiosas e, por fim, que o Estado retomasse o controle do complexo.

Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. ISAÍAS 6/8
 Pastor Hugo Chavez trabalha voluntariamente no Estado do Paraná , recuperando e ressocializando presidiários mediante a palavra de Deus . ACREDITE MUITO TEM SE RECUPERADO !!










Conta Corrente da Caixa Ec. Federal  AGENCIA 3379 OP. 001 CC 22433-0 Pastor Hugo Chavez