.:GESE:.: Maio 2014

Adicionado 13/07/2012

quarta-feira, 28 de maio de 2014

CURSO DE INSTALADOR HIDRÁULICO NA PENITENCIÁRIA DE CRUZEIRO DO OESTE (PR)


Está sendo realizado na Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste (PECO), um Curso de Instalador Hidráulico Residencial, por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego(PRONATEC). São 20 apenados que, desde o último dia 20 de maio, estão tendo a oportunidade de se qualificar com os instrutores do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).


A primeira aula contou com a presença do diretor da PECO, Edgar Banhos, do chefe de Segurança da unidade, Hercésio Soares, do coordenador da Área de Construção Civil do SENAI, Márcio Rogério da Silva, e dos técnicos de ensino Fábio Moraes Cardoso e David Franklin de Oliveira Mascarenhas. 

Na oportunidade, o Diretor da PECO destacou que este é o 3º curso ofertado pelo SENAI para os presos da unidade. “Espero receber novos cursos para que outros apenados também possam participar. São aprendizados importantes, que dão a oportunidade aos apenados de se profissionalizar para que, após cumprirem a pena, tenham oportunidade de reconstruir a vida fora da prisão, com chances reais de trabalho”, ressaltou Edgar. 


O curso, que continua até o dia 11 de setembro, faz parte das vagas designadas pelo Ministério da Justiça ao Sistema Prisional do Paraná. Até o mês de abril, 639 presos de todo o Paraná foram inscritos em cursos do PRONATEC, que foi criado pelo Governo Federal, em 2011, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica

 Para ouvir o gemido dos presos, para soltar os sentenciados à morte;

Salmos 102:20

segunda-feira, 26 de maio de 2014

PENITENCIÁRIA DE DRACENA (SP) 1787 DETENTOS : ELES NECESSITAM DE NOSSAS ORAÇÕES!!!


Penit. "Asp Adriano Aparecido de Pieri" de Dracena

Coordenadoria da Região Oeste

Endereço: Estrada Municipal Eng° Byron Azevedo, Km 9 (Vicinal Dracena/Ouro Verde) Distrito Jamaica
CEP: 17900-000 - Dracena - SP
E-mail: njunior@sp.gov.br 
Fone: (18) 3839-6250  Fax: (18) 3839-6250 r 232População prisional - data: 20/05/14
Capacidade: 844   População: 1787
Ficha Técnica
Área construida: 10.790,52 m²
Data de inauguração: 17/12/2001
Regime: fechado

De acordo com balanço publicado pela Secretaria de Assuntos Penitenciários, a população carcerária no Estado de São Paulo vem apresentando aumentos significativos e, no ano de 2013, já se contabiliza o crescimento médio de dois presos por hora. Estima-se que a população carcerária seja de 208 mil pessoas.
Durante a apresentação do relatório sobre o andamento da gestão e o desenvolvimento de ações da SAP, o secretário de Administração Penitenciária, Lourival Gomes, ressaltou que é preciso construir novos presídios para ampliar o número de vagas. O secretário frisou que, apesar do esforço empreendido pelo governo do Estado, há muita resistência por parte dos prefeitos.
Foram levantados questionamentos sobre a concentração de presídios na região Oeste do Estado e sobre a proveniência dos presos, vindo a maioria da capital e da região metropolitana.
Para o advogado dracenense Paulo Roberto de Mendonça Sampaio, o aumento das prisões não deve, necessariamente, diminuir a criminalidade. “O sistema prisional está muito melhor hoje que há 15 anos, por exemplo mas, mesmo com a implantação de tantos estabelecimentos prisionais, a criminalidade vem aumentando em nível mundial. Isso se deve a questões sociológicas, filosóficas, de criminologia”, explica Sampaio.
Na década de 1990, quando o governo do Estado de São Paulo adotou o processo de descentralização prisional, retirando das delegacias de polícia e prisões da capital um enorme contingente de presos sentenciados, foi enviado à Nova Alta Paulista um grande número de presídios – construídos com a perspectiva de criação de novos postos de trabalho.
Na região de Dracena, aproximadamente 15.000 pessoas estão cumprindo pena em 12 estabelecimentos prisionais. Destes estabelecimentos, apenas três não estão superlotados. Na Cidade Milagre, a população prisional da penitenciária Asp Adriano Aparecido de Pieri é de 1787 detentos, enquanto a capacidade do estabelecimento é de 844. Os dados são da Secretaria de Administração Penitenciária.

 Pedro, então, ficou detido na prisão, mas a igreja orava intensamente a Deus por ele.
                                            Atos 12/5

domingo, 25 de maio de 2014

ESTADO DO PARANÁ : FALTAM 5682 VAGAS NO SISTEMA PRISIONAL.

Ações conjuntas para reduzir a superlotação carcerária no Paraná foram discutidas nesta terça-feira (20/05), no Palácio Iguaçu, em encontro do Governador Beto Richa com o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador Guilherme Luiz Gomes; a defensora Pública-Geral do Paraná, Josiane Fruet Lupion; o presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da OAB/PR, José Carlos Cal Garcia Filho; e a secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes. Participaram ainda da reunião outros representantes do TJPR, como o desembargador Lauro Augusto Fabrício de Melo, e da Defensoria Pública, como o subdefensor Público-Geral, André Giamberardino.


Durante a reunião, a secretária Maria Tereza informou sobre a evolução das transferências de presos de carceragens de delegacias de polícia para o Sistema Penitenciário do Paraná, fazendo uma comparação com dados nacionais. “Enquanto o Brasil registrou um aumento de 4,6% no número de presos, o Paraná teve uma redução de 5%, em função de uma série de medidas conjuntas, como os mutirões carcerários que retiraram, nos últimos três anos, mais de seis mil presos que já tinham direito a livramento”, esclareceu ela. 

A Secretária da Justiça disse, ainda, que enquanto o Brasil tem hoje um deficit 256.295 vagas, no Paraná faltam apenas 5.682 vagas. “O que significa que o Estado registra apenas 2,2% da superlotação carcerária nacional. Isso se deve ao trabalho conjunto entre os Poderes Executivo e Judiciário, com o Ministério e a Defensoria Pública, e a OAB/PR”, destacou Maria Tereza.


Outro dado informado e analisado durante a reunião foi o grande número de pessoas detidas por crimes sem violência em carceragens de Delegacias de Polícia do Estado. Dos 9.960 presos nesses locais, 4.449 são acusados por delitos dessa natureza que, pela legislação vigente, em caso de condenação, esse réu não necessariamente deverá permanecer detido. 

Para solucionar problemas como este, foram discutidas diversas medidas, destacando-se: a implementação da Central de Flagrantes que já foi criada no âmbito do Poder Executivo e a proposta de criação da Central de Flagrantes pelo Poder Judiciário; a realização de mutirões carcerários em todo o Paraná, a exemplo do que vem acontecendo em Curitiba e Região Metropolitana; a descentralização do Comitê de Transferência de Presos para todo o Paraná; a destinação de estabelecimento penal, ou ala, específico para presos envolvidos com o uso/tráfico de drogas, exceto quando o preso está à disposição da Justiça Federal. Com isso, disse Maria Tereza, será possível dar um atendimento diferenciado a esses detentos, muitos dos quais estão ali mais na condição de usuários do que de traficantes.

Na oportunidade, o Governo do Paraná informou ainda, sobre a licitação que será aberta nesta sexta-feira (23/05) para a contratação de 2 mil tornozeleiras para o monitoramento eletrônico de presos no Estado. Também foi destacado o programa de ressocialização de presos. São 8.503 presos estudando no Paraná, o que equivale a 47,08% dos apenados, enquanto outros 4.994 presos, ou seja, 27,42%, estão trabalhando.


LEMBRAI-VOS DOS PRESOS ,,,,,,,,,,,,,                            Hebreus 13/3

sábado, 24 de maio de 2014

PROJETO "VISÃO DE LIBERDADE" DA PENITENCIÁRIA ESTADUAL DE MARINGÁ (PR) GANHA MAIS UM PRÊMIO NACIONAL.



A secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná, Maria Tereza Uille Gomes, recebeu da presidenta Dilma Rousseff, nesta sexta-feira (23/05), o Prêmio ODM Brasil pelo Projeto Visão de Liberdade, desenvolvido na Penitenciária Estadual de Maringá (PEM), unidade de regime fechado do Departamento de Execução Penal (DEPEN) da Secretaria da Justiça. A premiação, realizada no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, reconheceu as 30 melhores práticas e projetos sociais, dentre as 1090 inscritas que contribuem para o alcance das metas do milênio e as transformações sociais do Brasil. 

O Visão de Liberdade é uma iniciativa da Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná (SEJU), em cooperação com a Secretaria de Estado da Educação (SEED), e surgiu da necessidade do Centro de Apoio Pedagógico (CAP) produzir material para a alfabetização de deficientes visuais.

Esta foi a terceira premiação conquistada pelo Projeto. Em agosto de 2011, recebeu o Prêmio Cidadania Herbert de Souza e, em novembro do mesmo ano, o Prêmio da Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social.


Realizado por presos dentro da unidade penal, o Projeto tem a proposta de contribuir para a recuperação e reintegração social dos detentos por meio do trabalho em benefício de deficientes visuais, com a produção de materiais didáticos específicos para a inclusão deste público. 

Os apenados que participam do projeto recebem o benefício de remição da pena, que é reduzida em um dia a cada três trabalhados e, também, ganham um pecúlio de R$ 45 por mês. Vale ressaltar, ainda, a possibilidade dos presos de terem acesso ao conhecimento e à cultura.

Por meio do Projeto são produzidos livros em “braille”, material pedagógico em relevo e “livros falados”, em que livros paradidáticos são digitalizados e gravados em Cds com histórias para os alunos cegos. São incluídos, ainda, na produção maquetes e brinquedos adaptados, distribuídos em escolas da rede pública de municípios atendidos pelo CAP. 


Desde que foi criado, em 2004, o projeto já produziu 65.558 trabalhos de material didático em relevo; 381 livros e 48 apostilas digitadas; além de 122 livros falados e 14 apostilas, com tiragem de 150 cópias cada, sendo enviados para todo o Brasil e para a Biblioteca Nacional de Lisboa/Portugal.

Dos 30 vencedores da 5ª edição do Prêmio ODM Brasil, 22 são organizações sociais e sete são prefeituras. Além do Projeto Visão de Liberdade, da PEM, outras duas entidades paranaenses receberam a premiação: a Associação Fênix, de Curitiba, com o Programa de Atendimento à Criança e ao Adolescente (Paca), e o Setor de Educação e Cultura do Hospital Pequeno Príncipe.

ODM Brasil 
– O Prêmio é uma iniciativa pioneira no mundo e foi criado em 2004 com a finalidade de incentivar ações, programas e projetos que contribuem efetivamente para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), cuja agenda termina em 2015. Coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República, o prêmio tem a parceria do Programa Nacional das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade. A coordenação técnica do Prêmio é de responsabilidade do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da Escola Nacional de Administração Pública (Enap). 

Em sua 5º edição, o Prêmio ODM Brasil foi entregue no encerramento da Arena da Participação Social, iniciada no dia 21/05, que reuniu representantes da sociedade civil, gestores públicos, pesquisadores, especialistas e convidados internacionais nos Diálogos sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e a Construção da Agenda Pós-2015. Nesse período aconteceram seminários, oficinas e mostra de projetos relacionados aos temas citado. 

As 30 iniciativas vencedoras foram escolhidas por um júri de 16 especialistas de todo o país. Das 1.090 inscrições, 804 foram de organizações e 286 de prefeituras. Do total das inscrições, 65 práticas foram pré-selecionadas e visitadas in loco por um comitê técnico do Ipea e da Enap.

A avaliação foi baseada nos seguintes critérios: contribuição para o alcance dos ODM; caráter inovador; possibilidade de tornar-se referência para outras ações similares; perspectiva de continuidade ou replicabilidade; integração com outras políticas; participação da comunidade; existência de parcerias; e manutenção da qualidade nos serviços prestados.

Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos;

1 Pedro 2:15

quinta-feira, 22 de maio de 2014

MAIS DE 3.000 BRASILEIROS ESTÃO PRESO EM OUTROS PAISES.


São Paulo – A quantidade de brasileiros presos no exterior não para de crescer – o número subiu quase 30% em apenas dois anos. De acordo com os dados mais atualizados do Ministério das Relações Exteriores (MRE), 3.209 pessoas nascidas no país estavam detidas em algum lugar do mundo no fim de 2013. Em 2011, eram 2,5 mil (veja lista de países ao final).
Os Estados Unidos concentram 726 presos, o que representa 22% do total de detidos.
Japão e Portugal aparecem em segundo e terceiro lugares, respectivamente.
Já a causa para deter os brasileiros em cada país é diferente.
Nos Estados Unidos, por exemplo, tráfico e porte de drogas não respondem pela maior parte das prisões (são apenas 2%, contra 30% dos casos em geral).
Lá, irregularidades em relação à imigração e delitos distintos, como violência doméstica, atentado ao pudor e homicídio têm mais peso.
Já no Japão, o cenário é único, de acordo com o Itamaraty. Os brasileiros chegam ao país para trabalhar como operários, e são os filhos que cometem crimes.
"A carga escolar é muito pesada no Japão, os pais estão em fábricas a maior parte do tempo e não conseguem dar a assistência necessária. Muitos estudantes brasileiros são vítimas de bullying e acabam deixando a escola, ficam ociosos e acabam indo para as ruas, formando gangues", diz a diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior do MRE, Luiza Lopes da Silva.
Em Portugal, as drogas são o problema.

"São normalmente mulas do narcotráfico, arregimentadas no Brasil para levar drogas à Europa. Para elas, a prisão tem um componente dramático, porque estão longe da família e quaisquer conhecidos", afirmou Luiza Lopes à BBC.
Nos países vizinhos, na América do Sul, é comum que os brasileiros respondam por crimestanto neles quanto no Brasil. Por isso, muitas vezes recusam ajuda oficial por parte do Itamaraty.
Estima-se que no total 2,5 milhões de brasileiros no exterior.

As 10 nações abaixo representam, juntas, os locais onde estão 8 de cada 10 brasileiros presidiários.



De modo que aquele que se opõe à autoridade, resistem à ordenação de Deus.” 
Rm 13.1,2

quarta-feira, 21 de maio de 2014

INTERNO DE PRESÍDIO PARANAENSE , RECEBE MEDALHA DE PRATA DA OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA.


O reeducando da Colônia Penal Industrial de Maringá(CPIM), unidade de regime semiaberto da Secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná(SEJU), Robson Leandro Virtuosa, vai receber nesta quarta (21.05), a medalha de prata da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas(OBMEP)/2013. A entrega será nesta quarta-feira (21), às 14 horas, no auditório da Federação das Indústrias do Paraná(FIEP), no Jardim Botânico, em Curitiba.

Aos 29 anos de idade, nascido em Maringá, Robson será premiado junto com outros alunos da rede estadual. Toda a educação formal – ensino fundamental e médio - que ele recebeu foi dentro do Centro Estadual de Educação Básica de Jovens e Adultos(CEEBJA) Profª Tomires M. Carvalho, de Maringá.
COLÔNIA PENAL INDUSTRIAL DE MARINGÁ


Além das premiações de prata, serão entregues as de bronze para 272 alunos das escolas estaduais dos municípios das regionais de Apucarana, Cornélio Procópio, Curitiba, Guarapuava, Ibaiti, Irati, Ivaiporã, Jacarezinho, Londrina, Paranaguá, Ponta Grossa, Pato Branco Telêmaco Borba, União da Vitória, Wenceslau Braz, Área Metropolitana Norte e Área Metropolitana Sul. 

Os demais 132 alunos das regionais restantes (Assis Chateubriand, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Dois Vizinhos, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Goioerê, Laranjeiras do Sul, Loanda, Paranavaí, Pitanga, Toledo e Umuarama) participam da cerimônia de entrega, no início de junho, em Cascavel.

Serviço:
O que: Entrega medalha de prata para reeducando do Sistema Prisional do Paraná
Quando: 21.05.2014 – quarta-feira
Horário: 14h
Local: Auditório da Federação das Indústrias do Paraná(FIEP), no Jardim Botânico, em Curitiba.
Contato: (41) 3221-7210/7233

Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos;

1 Pedro 2:15

terça-feira, 20 de maio de 2014

PRESIDIÁRIOS DE MINAS GERAIS TEM ORGULHO DE TRABALHAR!!!


Roberto Ferreira, de 51 anos, conhece como poucos as etapas de fabricação de bolas de futebol. Das mais simples às mais complicadas: “Estou na linha de produção desde março de 2011, quando esse galpão foi montado”. O imóvel a que ele se refere foi construído no pátio da penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande Belo Horizonte, onde Roberto cumpre pena. Lá funciona a fábrica das bolas Trivella, usadas pela Federação Mineira de Futebol (FMF) em competições amadoras. Roberto é um dos 79 detentos que trabalham na fabricação de bolas em quatro penitenciárias do estado – as outras três estão em Guaxupé (Região Sul), Ponte Nova (Zona da Mata) e São Joaquim de Bicas (Grande BH). 

Ao todo, 13 mil detentos prestam serviços a 450 empresas em 144 presídios mineiros. A mão-de-obra no sistema prisional beneficia tanto os presos – que têm direito a um dia a menos na pena a cada três trabalhados, além da oportunidade de ressocialização – quanto o Estado, em razão de os detentos terem uma ocupação. Beneficiam-se também as empresas. Um dos motivos é a mão de obra certa, em tempos de baixo índice de desemprego, mas não é o único.
As empresas têm vários outros benefícios ao contratar a mão de obra prisional. Fazendo isso, os empreendedores precisam seguir a Lei de Execução Penal (LEP), e não a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Em outras palavras, as empresas estão livres de pagar o décimo-terceiro salário, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), horas extras, entre outros direitos assegurados aos empregados formais. “A empresa não paga aluguel e alguns impostos (uma vez que a linha de montagem está em terreno do estado). Ela também se beneficia do fato de o ‘funcionário’ não chegar atrasado”, diz Murilo Andrade Oliveira, subsecretário de Administração Prisional em Minas.

Outra vantagem do acordo é a remuneração: a LEP exige que as empresas paguem o mínimo de três quartos do salário mínimo ao empregado. Desse valor, 25% são destinados ao poder público, para ressarcimento de gastos, 50% são entregues ao detento ou a sua família, por meio do cartão Trabalhando a Cidadania, e o restante (25%) é destinado a pecúlio (entregue ao preso quando ele se desliga do sistema prisional). Roberto, o detento que trabalha na Nelson Hungria, entrega sua remuneração à esposa e à filha. “Vou sair daqui no fim do ano, mas vou continuar no trabalho com as bolas”, conta orgulhoso.

As palavras de Roberto podem soar estranhas num primeiro momento, mas fazem sentido. Quem explica é Tarcísio Rodrigues, um dos responsáveis pela Trivella: “Ele se destacou tanto (na linha de montagem) que o convidamos para ser o gerente. É um senhor disciplinado, honesto e boa praça. O queremos como gerente. Ele sabe todas as etapas da produção de bolas”. 

Do gol à agulha 
Atualmente, 35 detentos trabalham no galpão da Trivella. Vários outros já passaram por lá ou costuraram bolas no interior das celas, como fez o ex-goleiro Bruno, que vestiu a camisa de Atlético e Flamengo e chegou a ser cotado para disputar a Copa de 2014, mas acabou preso, acusado de participação na morte da modelo Eliza Samúdio. “O Bruno costurou bolas no interior da cela e disse que as redondas feitas aqui são de excelente qualidade. Ele tem moral para avaliar se uma bola é boa ou não, concorda?”, indagou um agente penitenciário.

O detento Elbert Batista Costa, de 29, é outro que preenche parte da pena no galpão de bolas. “Estou há quatro meses na fábrica. As bolas são de qualidade. Vou enviar uma para o meu filho, de 14 anos, em junho, quando está prevista minha saída. Se não fosse a remissão, eu ficaria até agosto. O dinheiro que vou retirar no fim da pena (pecúlio) será usado na construção de mais um cômodo na casa da minha tia, onde vou morar”, planeja o rapaz.

A expectativa do governo de Minas é aumentar o número de detentos que se beneficiam da remissão. Até o fim do ano, acredita o subsecretário de Administração Prisional no estado, mais 1 mil presos estarão prestando serviços a empresas no sistema penitenciário. “Para as empresas, além do custo satisfatório há o papel social”, disse. A pedido dos detentos, a reportagem manteve em sigilo os crimes pelos quais eles cumprem pena.

Então sai o homem à sua obra e ao seu trabalho, até à tarde.

Salmos 104:23

segunda-feira, 19 de maio de 2014

SANTA CEIA ATRÁS DAS GRADES.


O dia da Santa Ceia em qualquer igreja evangélica, representa um dos momentos mais importante de sua liturgia.
Durante muitos anos como servos de Deus, temos nos alegrado com nossos irmãos a cada Ceia , nos lembrando do que está escrito na bíblia sagrada (1 Co 11/26) , fazendo memória de nosso Amado Salvador Jesus Cristo.

Um momento sublime, na qual os membros do corpo de Cristo da igreja refletem , talvez , o dia em que os cristãos mais deveriam chorar e reverenciar.
Lamentavelmente, hoje muitos cristãos dão mais valor ao congresso do circulo de oração , as campanhas de prosperidade , ou a cultos de revelações , deixando em segundo plano este dia tão especial da "Santa Ceia".
Porém , para os presidiários evangélicos a Ceia do Senhor é um momento único , inesquecível , assim como escreveu o sábio Salomão " A alma farta pisa o favo de mel , mas para a alma faminta todo amargo é doce" (Pv 27/7) .

Homens rejeitados pela sociedade , condenados duplamente , primeiro pela justiça , a cumprir pena pelos delitos cometidos , e depois , a pagar pelo resto de sua vida a discriminação de muitos.
São alguns destes detentos , que a pesar de estar privados da liberdade , hoje gozam da verdadeira "Liberdade"  ( João 8/36) , que entregaram suas vidas para Jesus Cristo , se batizaram , e hoje servem ao Senhor dentro do presídio.
Damos graças a Deus , por poder contar com capelas na maioria dos presídios onde realizamos evangelismo e ressocialização , e poder ministrar Santa Ceia em alguns deles.
No presídio CPAI  em Piraquara ( região metropolitana de Curitiba) , há aproximadamente 1.400 detentos , dos quais 15% são evangélicos , e tem uma capela que comporta 180 pessoas sentadas , neste local uma vez por mês ministramos a Ceia para algumas dezenas deles.

Ao lado do Complexo PCE , também em Piraquara , está o presídio "Parque Agrícola" que tem pouco mais de 200 detentos , e aproximadamente 25% de evangélicos , onde todo terceiro domingo de cada mês ministramos a Ceia para uma boa parte dos presos evangélicos.
Continuamos a pedir oração em favor deste trabalho evangelístico ,e para que Deus nos de graça e recursos a fim de continuarmos esta missão.

Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.                   1 CORINTIOS 11/26

VIOLÊNCIA CONTRA MULHER : JUÍZA DA PARAÍBA APRESENTA "PROJETO RECOMEÇAR" , PARA HOMENS ACUSADOS DE INFRINGIR LEI MARIA DA PENHA.


O Juizado da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de João Pessoa apresentou, para os diretores dos presídios da Capital paraibana , um projeto que visa a reeducação dos detentos acusados de infringir a Lei Maria da Penha, bem como a preparação dos mesmos para incluí-los novamente no meio social. A reunião aconteceu no prédio onde funciona o Juizado, localizado na avenida Visconde de Pelotas, no Centro da Capital.
Compareceram ao encontro os diretores Rogério Borges Ferraz Gominho, da Penitenciária de Psiquiatria Forense; Bruno Honório, (adjunto) da Penitenciária Des. Flóscolo da Nóbrega – Róger; João Paulo Barros, da Penitenciária de Segurança Média Juiz Hitler Cantalice; e Cinthya Almeida de Araújo, da Penitenciária de Reeducação Feminina Maria Júlia Maranhão.
O intitulado “Projeto Recomeçar” foi idealizado pela juíza de Direito e coordenadora do Juizado da Violência Doméstica Contra a Mulher, Rita de Cássia Martins de Andrade. ”Não basta, para nós, que trabalhamos com a Lei Maria da Penha, que esse homem apenas cumpra uma pena. Mas, que ele passe por um processo de recuperação, de acompanhamento, de psicologia. É importante que nós façamos este serviço, para que o mesmo não reproduza essa violência”, declarou.
A magistrada argumentou, ainda, que é preciso formatar uma estratégia de trabalho. “Nós queremos, então, montar uma estratégia que possa também dar assistência a esse agressor, no contexto de melhorar a condição humana, de melhorar a formação dele, para que ele volte uma pessoa renovada para o seu meio de origem ou um novo meio”, afirmou.
Um das ideias do Projeto Recomeçar é isolar todos agressores dos demais detentos vindouros de outros crimes, afim de que estes não passem mais por situações de risco dentro dos presídios. “Sendo isolados, eles podem desenvolver atividades laborais, receber tratamento adequado, através de uma equipe multidisciplinar, e assim se tornarem aptos a voltar ao meio social, diminuindo o risco de reincidência criminal”, conforme ressaltou a magistrada.
Após expor o projeto para as autoridades dos presídios, a juíza Rita de Cássia foi informada que não haveria espaço a ser destinado para uma ala só de detentos da Lei Maria da Penha, em nenhum presídio da Capital. Ao todo, no estado da Paraíba, existem 9.000 presos ocupando este locais, quando há, somente, capacidade para 6.000 pessoas.
O próximo passo a ser dado para viabilizar a execução do projeto é encaminhar o mesmo à análise do secretário de estado da Administração Penitenciária, Valber Virgulino.
Ressaltando a necessidade e as contribuições que podem ser adquiridas através da realização do Projeto Recomeçar, o diretor adjunto da penitenciária do Róger, Bruno Honório, acredita que “toda temática que envolve a ressocialização do reeducando é válida. Este projeto é válido para diminuir a reincidência e aproveitar a capacidade laborativa de cada apenado, ou seja, vejo de forma significativa para a nossa realidade”.
A juíza afirmou ainda que, para que se conceba o Projeto, ela conta com o apoio do poder Judiciário. “Este projeto é, mais um, dos que abraça a causa humanitária e social, foco da gestão da desembargadora Fátima Bezerra Cavalcanti no Tribunal de Justiça da Paraíba”, ressaltou.
Rita de Cássia adiantou que estão também de acordo com a ideia a Secretária de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), “todos traçando diretrizes para o desenvolvimento das atividades referentes ao Recomeçar”.

Igualmente vós, maridos, coabitai com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco; como sendo vós os seus co-herdeiros da graça

1 Pedro 3:7

PENITENCIARIA MASCULINA E CENTRO DE DETENÇÃO PROVISÓRIA DE CERQUEIRA CÉSAR (SP)1600 DETENTOS , OREMOS POR ELES




Cada unidade tem capacidade para abrigar 768 presos. O CDP é destinado a custodiar presos provisórios – que aguardam julgamento – e a penitenciária, presos condenados. Em Cerqueira César, o terreno destinado à implantação do complexo está localizado na zona rural. Fica na rodovia Salim Antonio Curiati (SP- 245), na altura do quilômetro 21.

As duas unidades prisionais foram construídas com oito raios, onde se localizam as celas e os pátios de atividades. Cada raio tem capacidade para abrigar 96 detentos e conta com um pátio de sol exclusivo. Os raios são interligados por uma galeria central com acesso exclusivo por meio de gaiolas localizadas em cada um deles. O controle e a segurança da área dos detentos é realizado pelo pavimento superior da galeria central e pelas torres de vigilância, localizadas em cada extremidade da muralha de segurança.

Penit. Masculina de Cerqueira César

Coordenadoria da Região Noroeste

Endereço: Rodovia Salim Antonio Curiati – SP 245 – Km 21 + 260m, Cerqueira César - São Paulo
CEP: 18.760-000
E-mail: czanluchi@sp.gov.br
Fone: (14) 3714-4362/63/64/65/66/69  Fax: ramal 206/231População prisional - data: 06/05/14
Capacidade: 847   População: 1605
Ficha Técnica
Área construida: 
Data de inauguração: 04/02/2013
Regime: fechado
 Pastor Hugo Chavez do "GESE" evangeliza e ressocializa pessoas privadas da liberdade no estado do Paraná .

 Muitos deles se arrependem dos seus pecados , são perdoados por Deus  , discipulados e batizados ainda dentro do presídio .


Pastor Hugo Chavez distribui bíblias e material evangelístico para 10.000 internos em 12 unidades do Paraná.
AJUDE-NOS A RESGATAR PESSOAS DO MUNDO DO CRIME !!

 Conta Corrente da Caixa Ec. Federal  AGENCIA 3379 OP. 001 CC 22433-0 Pastor Hugo Chavez



LEMBRAI-VOS DOS PRESOS....                                 HEBREUS 13/3

domingo, 18 de maio de 2014

NOVO MUTIRÃO CARCERÁRIO CONCEDE 283 ALVARÁS DE SOLTURA EM PIRAQUARA (PR).


As três Varas de Execução Penal (VEP's) de Curitiba realizaram entre os dias 6 a 9. de maio, o 5º Mutirão Carcerário de 2014, na Casa de Custódia de Piraquara, unidade de regime fechado da Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná. Durante os trabalhos foram deferidos 431 pedidos de benefício, sendo 193 progressões para regime semiaberto e expedidos 238 alvarás de soltura. 

Neste Mutirão, que foi o 30º desde novembro de 2011, sendo conduzido pelos juízes de Direito Eduardo Lino Bueno Fagundes (1ª VEP), Moacir Antonio Dalla Costa (2ª VEP) e Hamilton Marins Schwartz (3ª VEP), também foram negados outros 104 pedidos de benefícios, além de serem apreciados pedidos de comutação, indulto e remição de pena.



O magistrado da 1ª VEP informou que os trabalhos foram realizados seguindo dois eixos sugeridos elo Conselho Nacional de Justiça(CNJ) em termos de execução penal: a) garantia do devido processo legal, com revisão das prisões dos sentenciados e b) inspeção nos estabelecimentos prisionais. Sendo assim, explicou Eduardo Fagundes, foram revistas as situações de todos os internos condenados de presídios e cadeias públicas de Curitiba e Região Metropolitana, bem como inspecionados a Penitenciária Central do Estado Feminina(PCEF), a PEP I e o início das obras do Presídio de Jovens e Adultos, em Piraquara.


Ainda, neste 5º Mutirão, os juízes ouviram, pessoalmente, 150 presos para que eles justificassem faltas praticadas durante a execução da pena dentro da unidade pŕisional. A segurança dos trabalhos, dentro dos presídios, foi articulada pela recém-formada Divisão de Operações Especiais (DOS), do Departamento de Execução Penal do
Paraná.



Participaram do Mutirão, além das VEP's, o Ministério Público, a Defensoria Pública do Paraná , serventuários do Tribunal de Justiça, da SEJU e do DEPEN.

Depois Jesus encontrou-o no templo, e disse-lhe: Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior.

João 5:14

quinta-feira, 15 de maio de 2014

PASTORES EM CONJUNTO COM O MINISTÉRIO PÚBLICO SE REUNEM COM A SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS.


Em reunião conjunta  realizada nesta tarde de quinta feira , dia 15 de maio no Palácio das Araucárias , sede da Secretaria de Justiça Cidadania e Direitos Humanos com a secretária doutora Maria Tereza Uille Gomes , representantes do Ministério Público e lideres evangélico , foram apresentados seis pontos prioritários para o melhor desenvolvimento de trabalhos religiosos no sistema prisional paranaense.
A promotora de justiça da vara de execução penal Dra. Maria Esperia  representante do ministério público , juntamente com o Assistente Social Marcos Antônio , intermediaram esta reunião , na qual além destes seis pontos , os pastores comunicaram a vontade de ter melhores condições para realizarem os trabalhos evangelísticos no sistema prisional paranaense.
Foi manifesto que as instituições não desejam privilégios , senão que seja cumprido o que está estipulado na  LEP (Lei de Execuções Penais) como assim também na nova resolução.
Na reunião também esteve presente o Dr. Mauricio Kuehene , que também já foi diretor do DEPEN .
Pastor Luis Carlos da Pastoral Carcerária Batista , Pastor Hugo Chavez da Igreja Missão Cristã e o Pastor Claudemir da Comunidade Evangélica de Curitiba , acharam extremamente positiva esta reunião , esperando que aquilo que foi tratado venha a ser colocado logo em prática.
Documento apresentado a Dra Maria Tereza.

Pr Luis Carlos . Marcos Antonio , Pr Hugo Chavez , Dra Maria Tereza , Dra Maria Esperia e o Dr Mauricio Kuehene.
Pr Hugo da Igreja Missão Cristã e o Pastor Luis Carlos da Pastoral Carcerária Batista.
Pr Hugo Chavez no Palácio das Araucárias..

“Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus, e as autoridades que há foram ordenadas por Deus” (Rm 13.1). 

DEUS TRANSFORMOU A VIDA DESTAS PESSOAS , DE PRESIDIÁRIOS A PAIS DE FAMÍLIA.


Homens que a maior parte da sociedade jamais daria credito neles , porque um dia estiveram atrás das grades , hoje são servos de Deus , esposos e pais que sua família tem orgulho.
Cada um tem uma história diferente , com um mesmo sofrimento no passado para si e suas famílias.
Uns tiveram seus lares destruídos quando crianças , outros, não conheceram pai ou mãe, alguns violentados,   abandonados , desprezados ou simplesmente ignorados.
Alguns deles na sua adolescência deixou de ouvir conselho de pai e mãe, e se perdeu no mundo das drogas,  partindo para o mundo do crime como forma de sustentar seu vicio .
Porém há algo em comum entre eles ; todos pagaram por seus erros , sendo privados da liberdade , uns por muito tempo. passando por presídios de segurança máxima, ou federais , outro por regime semi-aberto por alguns meses.
O custo pelos erros é inesquecível , passaram fome , frio , humilhação , violência , e em certos momentos pensaram que estava tudo perdido, e que o caminho era por fim a suas próprias vidas.
Porém um dia na mais absoluta solidão e angustia , eles tiveram um encontro com Deus , e receberam a Jesus Cristo como salvador de suas almas .
O poder único e sublime de Deus declarado em seu filho Jesus Cristo , alcançou estes homens e mulheres , libertando- os do crime , drogas e de todo poder do maligno , restaurando suas vidas para a sociedade e suas famílias.
O presídio foi um ensinamento para valorizar a liberdade , cultivar o amor e solidariedade , respeitar o seu próximo e amar sua família.
Hoje com sua vidas restauradas por Deus , libertos da opressão do inimigo, formaram família ,sustentando-a  e trabalhando honestamente.
Atualmente uns se tornaram pastores ,outros missionários , comerciantes , e , acima de tudo " SERVOS DE DEUS" que testificam com gratidão no coração quão grandes coisas o Senhor Jesus Cristo operou na suas vidas.


Grandes coisas fez o Senhor por nós, pelas quais estamos alegres.

Salmos 126:3
Dirceu e Amanda
Marcos (condenado a 350 anos) e Maria
Pr Alex e Marli (diretores da Efec)
Ana e Allison (ambos ex-presidiários) com sua filhinha.
Pr Edson e Joana.
Pr Cristiano e Dayana.
Pr Alex e Celia.
Wagner e Eliane.
O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;

Isaías 61:1

quarta-feira, 14 de maio de 2014

AGENTES PENITENCIÁRIOS DE PIRAQUARA DIZEM NÃO A TRANSFERÊNCIA DE DETENTOS PARA O COMPLEXO.

Um protesto de agentes penitenciários do Paraná fecha o portão do Complexo Penitenciário de Piraquara, região metropolitana de Curitiba, durante esta quarta-feira (14). A intenção é impedir a entrada de qualquer pessoa no local, inclusive visitas, advogados ou até mesmo novos presos. A previsão dos manifestantes é que as atividades sejam normalizadas apenas nesta quinta-feira (15).
Um ato público dos agentes é realizado pela manhã em frente ao complexo, com cerca de cem pessoas. Durante a tarde, o portão deve continuar fechado por determinação do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen). A entidade promove a manifestação por ser contrária à decisão do governo do estado de, a toque de caixa, transferir 1,3 mil presos das delegacias para presídios do estado.A Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (Seju), por sua vez, reforçou a posição de que a manifestação é um direito que assiste a classe. A Seju não comentou, entretanto, sobre os possíveis desdobramentos da paralisação e afirmou que o governo irá seguir com a decisão de transferir os presos. Está prevista para esta quarta-feira (14) a chegada de 52 presos ao complexo. Nesta terça (13), 52 detentos do 11º e 12º distritos foram levados ao local em Piraquara. De domingo até agora, 100 presos já foram transferidos.

O protesto
De acordo com Antony Johnson, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), a categoria está mobilizada em defesa da dignidade dos agentes, dos presos e de suas famílias. "É uma atitude irresponsável do governador e da Secretaria de Segurança Pública. Se os presos forem transferidos para cá, haverá superlotação, os agentes ficarão vulneráveis e os presos também vão ficar insatisfeitos. Os riscos de rebeliões e fugas vão aumentar, vai haver carnificina", afirmou o presidente do Sindarspen.
Complexo de Piraquara já ultrapassou sua capacidade.

Johnson também ressaltou que o complexo já enfrenta problemas de abastecimento de alimentos, água e materiais de higiene, e que o complexo não possui estrutura física para receber novos detentos. A Seju rebate a informação e diz que tudo foi preparado no presídio para receber os novos detentos.
A categoria inicia nesta quinta-feira (15) uma campanha estadual contra as transferências e, para os próximos dias, vai organizar uma assembleia geral para decidir os passos seguintes. Além disso, os agentes tentam articular uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Paraná para debater a superlotação.
Ao lado da concentração dos agentes, familiares de presos aguardavam pelas visitas. Marcia Moreira, mãe de um detento, afirmou que as famílias também estão apreensivas e são contra a transferência para o complexo. "Estamos com medo de rebelião. Se todos esses presos vieram para cá, o complexo vai virar um Carandiru", disse.
Pastor Hugo diz : o complexo está superlotado.
Entenda o caso
Após a rebelião ocorrida no último domingo (11) na Delegacia de Colombo, que resultou na fuga de dois detentos e na morte de um agente carcerário, o governador Beto Richa (PSDB) determinou a transferência de presos custodiados das delegacias metropolitanas e da capital para o sistema penitenciário do estado.
A medida foi tomada cerca de três meses após o anúncio do plano conjunto entre as secretarias de Estado da Segurança Pública (Sesp), da Justiça (Seju) e da Vara de Execuções Penais (VEP) para o esvaziamento das carceragens. O pacto prometia transferir todos os detentos de distritos policiais, começando pela capital. As delegacias da região metropolitana, porém, têm registrado frequentemente casos de superlotação.
Em nota divulgada na tarde do último domingo (11), o governo do estado informou que o processo estaria acontecendo de modo escalonado, mas foi adiantado por causa da fuga. O documento dizia que a determinação do governador era pela imediata retirada dos presos das delegacias, a começar por Colombo.

As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim;

Lamentações 3:22