.:GESE:.: Abril 2015

Adicionado 13/07/2012

quinta-feira, 30 de abril de 2015

PENITENCIÁRIA DE VALPARAÍSO (SP) : 900 INTERNOS ACIMA DA SUA CAPACIDADE , OREMOS POR ESTA UNIDADE !!


A SAP (Secretaria de Administrativa Penitenciária do Estado de São Paulo) negou que hajam problemas decorrentes da superlotação na penitenciária de Valparaíso Entre os problemas relatados pelos funcionários, estão o entupimento do esgoto e condições desumanas nas celas. O presídio abriga 1.732 detentos, mas sua capacidade é de 873. 

  Os agentes também relataram problemas de saúde e casos de presos que se acidentaram ao cair de redes amontoadas nas celas. Em nota enviada SAP afirmou que a penitenciária tem condições "plenas de higiene, saúde e segurança". De acordo com a secretaria, a unidade conta com um decantador e duas lagoas de tratamento de esgoto, que passam regularmente por limpeza e manutenção. 

  Sobre a falta de médicos para atender os presos, disse que possui dois médicos contratados em convênio com a Prefeitura de Valparaíso, além de um dentista concursado. Acrescentou, também, que, além de equipes de saúde própria, os presos são atendidos no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário, na Santa Casa de Valparaíso,Hospital Estadual de Mirandópolis e AME (Ambulatório Médico de Especialidades), em Araçatuba. 

Penit. de Valparaíso

Coordenadoria da Região Oeste

Endereço: Estrada Municipal VPS 012/VPS 351 Km 2 Centro
CEP: 16880-000 - Valparaíso - SP
E-mail: pevalparaiso@pvalp.sap.sp.gov.br
Fone: (18) 3401-2200  Fax: (18) 3401-2200 r 122População prisional - data: 29/abr
Capacidade: 873   População: 1732
Ficha Técnica
Área construida: 12.438,36 m²
Data de inauguração: 28/09/1998
Regime: fechado
  Pastor Hugo Chavez trabalha na recuperação de pessoas privadas da liberdade , usando a palavra de Deus como instrumento evangeliza 12 instituições com aproximadamente 10.000 internos . Fazendo entregas de bíblias , discipulando e batizando internos realizando também casamento dentro das unidades .









Ajude o pastor Hugo a continuar com este trabalho voluntário de recuperação dos encarcerados . 
CONTA DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL : Agência 3379 Operação 001 Conta corrente 22433-0
 Para ouvir o gemido dos presos, para soltar os sentenciados à morte;
Salmos 102/20

segunda-feira, 20 de abril de 2015

HOJE 70 % DOS PAÍSES ESTABELECEM 18 ANOS COMO IDADE MÍNIMA PENAL


Nos 54 países que reduziram a maioridade penal não se registrou redução da violência. A Espanha e a Alemanha voltaram atrás na decisão de criminalizar menores de 18 anos. Hoje, 70% dos países estabelecem 18 anos como idade penal mínima

De que adianta? Nossa legislação já responsabiliza toda pessoa acima de 12 anos por atos ilegais. Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, o menor infrator deve merecer medidas socioeducativas, como advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviço à comunidade, liberdade assistida, semiliberdade e internação. A medida é aplicada segundo a gravidade da infração.
Nos 54 países que reduziram a maioridade penal não se registrou redução da violência. A Espanha e a Alemanha voltaram atrás na decisão de criminalizar menores de 18 anos. Hoje, 70% dos países estabelecem 18 anos como idade penal mínima.
O índice de reincidência em nossas prisões é de 70%. Não existe, no Brasil, política penitenciária, nem intenção do Estado de recuperar os detentos. Uma reforma prisional seria tão necessária e urgente quanto a reforma política. As delegacias funcionam como escola de ensino fundamental para o crime; os cadeiões, como ensino médio; as penitenciárias, como universidades.
O ingresso precoce de adolescentes em nosso sistema carcerário só faria aumentar o número de bandidos, pois tornaria muitos deles distantes de qualquer medida socioeducativa. Ficariam trancafiados como mortos-vivos, sujeitos à violência, inclusive sexual, das facções que reinam em nossas prisões.
Já no sistema socioeducativo, o índice de reincidência é de 20%, o que indica que 80% dos menores infratores são recuperados.
Nosso sistema prisional já não comporta mais presos. No Brasil, eles são, hoje, 600 mil, a quarta maior população carcerária do mundo. Perdemos apenas para os EUA (2,2 milhões), China (1,6 milhão) e Rússia (740 mil).
Reduzir a maioridade penal é tratar o efeito, e não a causa. Ninguém nasce delinquente ou criminoso. Um jovem ingressa no crime devido à falta de escolaridade, de afeto familiar, e por pressão consumista que o convence de que só terá seu valor reconhecido socialmente se portar determinados produtos de grife.
Enfim, o menor infrator é resultado do descaso do Estado, que não garante a tantas crianças creches e educação de qualidade; áreas de esporte, arte e lazer; e a seus pais trabalho decente ou uma renda mínima para que possam subsistir com dignidade em caso de desemprego.
Segundo o PNAD, o adolescente que opta pelo ensino médio, aliado ao curso técnico, ganha em média 12,5% a mais do que aquele que fez o ensino médio comum. No entanto, ainda são raros cursos técnicos no Brasil.
Hoje, os adolescentes entre 14 e 17 anos são responsáveis por consumir 6% das bebidas vendidas em todo o território nacional. A quem caberia fiscalizar? Por que se permite que atletas e artistas de renome façam propaganda de cerveja na TV e na internet? A de cigarro está proibida, como se o tabaco fosse mais nocivo à saúde que o álcool. Alguém já viu um motorista matar um pedestre por dirigir sob o efeito do fumo?
Pesquisas indicam que o primeiro gole de bebidas alcoólicas ocorre entre os 11 e os 13 anos. E que, nos últimos anos, o número de mortes de jovens cresceu 15 vezes mais do que o observado em outras faixas etárias. De 15 a 19 anos, a mortalidade aumentou 21,4%.
Portanto, não basta reduzir a maioridade penal e instalar UPPs em áreas consideradas violentas. O traficante não espera que seu filho seja bandido, e sim doutor. Por que, junto com a polícia pacificadora, não ingressam, nas áreas dominadas por bandidos, escolas, oficinas de música, teatro, literatura e praças de esportes?
Frei Beto

Pastor Hugo Chavez da Igreja Missão Cristã de Curitiba trabalhando na recuperação dos menores infratores do Educandário São Francisco (Piraquara- Pr.)
 Pastor Hugo Chavez e sua esposa Denise Chavez da Equipe "GESE"
 Parte dos integrantes da Equipe de evangelismo e recuperação de menores infratores "GESE" Educandário São Francisco Piraquara -Pr.

O trabalho em conjunto com a direção , funcionários , instituições religiosas , internos e familiares para a recuperação dos menores infratores .



Parabenizamos a direção da unidade pelo apoio a todos os envolvidos nos trabalhos de evangelismo e ressocialização dos menores infratores do Educandário São Francisco no Paraná que hoje e referência nacional 

Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.

Provérbios 22:6

sexta-feira, 3 de abril de 2015

PENITENCIÁRIA DE MAIRINQUE (SP) : QUE DAQUI SAIAM PESSOAS RESSOCIALIZADAS E EVANGELIZADAS !!!


O Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) inaugurou nesta última quinta-feira, 26/03, a Penitenciária de Mairinque. A unidade possui área total de 89.542,24 m² e área construída total 11.132,27 m², com capacidade para 847 presos em regime fechado e é destinada ao atendimento da demanda de vagas prisionais e melhora das condições de segurança pública da população. O investimento do Governo do Estado foi de R$ 39.315.766,97 e a unidade foi construída pela “Consladel Construtora – Contracta”. Está localizada na zona rural – Estrada Municipal, MRQ 358, continuação da Estrada Ayrton Senna, 1700m após a divisa de município com Alumínio.


Para a operação da unidade foram contratados 190 funcionários, que ocuparão setores em zonas de atividades diferenciadas, visando o controle e segurança dos acessos, fluxo e circulação de pessoas.

O empreendimento foi projetado com base em sólidos projetos de engenharia e tem características diferenciadas, aproveitando experiências dos que já estão em funcionamento, pois primam pelas boas condições de custódia dos presos com foco na segurança e na ressocialização. No local há pavilhões de trabalho e de serviços, como cozinha industrial – onde os próprios presos preparam os alimentos –, salas de aula, setores de inclusão/triagem/saúde, galerias, oficinas de trabalho e muralhas com torres de segurança. A nova unidade conta com toda infraestrutura para abrigar atividades laborais e educativas.

São oito blocos habitacionais, com oito celas cada, que permitem o controle seguro de cada setor. Externamente às muralhas, estão implantadas: portaria mirim, subestação e cabina primária, centro de apoio aos visitantes, depósito de lixo, abrigo de gás, caixa d’água, administração, estação de tratamento de esgoto e abrigo de veículos oficiais.

Setor Interno

•   inclusão, triagem e saúde;
•   serviços, com circulação central, galeria e cozinha industrial;
•   salas de aula.

Em seguida, interligados pela galeria ficam os oito raios – cada um com pátio de sol exclusivo, além dos edifícios de serviço para trabalho.

Na Muralha de segurança localizam-se as torres de vigilância, sendo uma em cada canto e as guaritas intermediárias.

No acesso ao setor interno da unidade prisional localiza-se a portaria da muralha.

Setor Externo

Local com espera de visitantes, portaria-mirim, reservatório elevado, edifício da administração e as edificações auxiliares: abrigo de lixo, subestação e o abrigo de gás.

O complexo conta com estacionamentos em frente ao edifício da Administração.

O paisagismo contempla o plantio de grama, implantação de pisos destinados à circulação de pedestres e veículos motorizados, além do tratamento dos taludes.

Sistema de segurança

•   Alarme de incêndio;
•   Alarme de fuga;
•   Sistema de controle de acesso (02 detectores de metais tipo portal, microprocessador);
•   Aparelhos de Raio-X de maior e menor porte;
•   Banquetas detectoras de metais;
•   Infraestrutura de CFTV.

Equipamentos eletrônicos

•   Sistema de Telefonia (PABX);
•   Sistema de cabeamento estruturado (sistema de rede);
•   Sistema de canais de TV (sistema de captação e transmissão de sinais).

Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.

Lucas 19:10


DIMINUI O NÚMERO DE BRASILEIROS PRESOS NO EXTERIOR


O Brasil tem hoje 2.787 cidadãos presos em 58 países, um terço deles por posse ou tráfico de drogas. O número é 13% inferior ao de 2013, a primeira queda desde 2011, quando o Itamaraty começou a fazer este levantamento. No entanto, o aumento em alguns países como a Turquia pode indicar a abertura de novas rotas de tráfico de drogas.
"No ano passado verificamos que o porcentual geral de brasileiros presos por tráfico não representava a realidade. Em algumas regiões o tráfico representa grande parte das prisões", explicou a diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior do Itamaraty, ministra Luiza Lopes da Silva.
O levantamento feito pelo Ministério das Relações Exterior nos últimos três meses mostra, por exemplo, que 100% dos 28 brasileiros presos da África foram condenados por tráfico de drogas, quase 80% na Oceania, 74% no Oriente Médio e 45% na Europa, onde, com 1.046 pessoas, estão a maioria dos brasileiros presos no exterior.
Os casos mais famosos são o de Marco Archer e de Rodrigo Gularte, os dois brasileiros condenados à morte na Indonésia por terem tentado entrar com cocaína no país, onde tráfico recebe a pena capital. Apesar dos esforços da diplomacia brasileira, Archer foi fuzilado em janeiro. Gularte, que sofre de transtornos psiquiátricos, teve a execução marcada para fevereiro, mas foi suspensa por problemas de logística das autoridades locais. O governo brasileiro trabalha com a família para tentar suspender a execução por causa da doença de Gularte.
Os dados mostram que houve uma queda no número de brasileiros presos na África, o que pode indicar um enfraquecimento na rota. Em compensação, dos 18 presos na Austrália, 13 o estão por tráfico de drogas. Na Nova Zelândia, todos os seis estão condenados pelo mesmo motivo. No entanto, o Itamaraty não acredita que seja uma nova rota, mas talvez pessoas que estejam tentando pagar sua viagem, que é muito cara. A maioria é de brasileiros de classe média.
Essa vinculação com tráfico de drogas, no entanto, prejudica os brasileiros no exterior. "As consequências vão muito além da mera criminalidade. Há consequências para os turistas e para a imagem da comunidade brasileira. Cria-se um sinal de alerta para brasileiros que se tornam suspeitos potenciais, se aparentam cumprir determinados requisitos. Há maior rigor na inspeção de bagagens, condução à revelia para exames", explica a ministra. Aconteceu, por exemplo, esse endurecimento em Israel, Turquia e Malta. Rotas fora do padrão turístico, ou usando meios de transporte não tão usuais, mulheres viajando sozinhas têm sido os que chamam a atenção dos autoridades sobre os brasileiros. "É algo que não estava no nosso radar e agora está causando preocupação. Se há casos muito frequentes, fazemos contatos com as embaixadas, tentamos uma solução", explicou o embaixador Carlos Alberto Simas Magalhães, subsecretário-geral das Comunidades Brasileiras no Exterior.
Dos brasileiros que estavam presos no exterior em 2014, 864 foram pegos como "mulas" do narcotráfico. Na maioria dos casos, pessoas de baixa renda e baixa escolaridade, muitas vezes cometendo um delito pela primeira vez. Já na América do Sul, o Paraguai concentra o número de presos brasileiros. São 298 dos 823 em toda a região, com a Bolívia, com 117, em segundo lugar. A fronteira extremamente porosa e a dificuldade de controle facilitam todos os tipos de crime. "O narcotráfico na fronteira não é delito isolado. É uma série de crimes que estão todos intimamente interligados. Tráfico de maconha do Paraguai para o Brasil, armas, sequestros, extorsão e atividade de crime organizado".
Nos Estados Unidos está concentrado o maior número de brasileiros presos, mas é um dos locais onde o tráfico de drogas não é um problema. Menos de 4% foram condenados por esse crime. A maioria tem relação com imigração ilegal, incluindo fraudes para obtenção de vistos.
Uma mudança na legislação americana, que agora permite que estrangeiros, mesmo ilegais, possam tirar a carteira de habilitação - o documento mais importante no País - está sendo vista como a possibilidade de reduzir ainda mais os problemas de brasileiros que moram ilegalmente nos Estados Unidos.

 Pois os governantes não devem ser temidos, a não ser por aqueles que praticam o mal. Você quer viver livre do medo da autoridade? Pratique o bem, e ela o enaltecerá.
                                                          ROMANOS 13/3